Tratamento
Nova opção de tratamento
para insuficiência cardíaca
Uma nova classe de medicamentos vem sendo usada no mundo todo para o tratamento da insuficiência cardíaca com redução de mortes e internações. Trata-se de um tratamento oral diário, a combinação dos princípios ativos sacubitril e valsartana que resultou na redução de 20% nas mortes cardiovasculares de pacientes com insuficiência cardíaca14 e diminuição de 21% nas internações14. O estudo ainda mostrou que o medicamento gerou uma melhora na qualidade de vida dos pacientes14.
Inibidor de neprilisina e bloqueador do receptor de angiotensina (INRA), a novidade já é endossada por diretrizes internacionais europeia e americana15,16, e tem recomendação para os pacientes que se mantêm sintomáticos apesar das terapias atuais para diminuir o risco de hospitalização por insuficiência cardíaca e morte cardiovascular15,16.
O estudo PARADIGM-HF, a maior pesquisa clínica já desenvolvida para insuficiência cardíaca, realizada com mais de 8 mil pacientes14, comprovou que o novo tratamento foi mais eficaz que terapias já existentes no mercado, como o enalapril, possibilitando que os pacientes acima de 65 anos vivam quase 1,5 anos a mais14.
“A insuficiência cardíaca tem o tratamento baseado em evidências. Hoje temos três famílias de medicamentos para o tratamento: são os bloqueadores do sistema renina e angiotensina como os inibidores da ECA e os BRA; inibidores da aldosterona, e os betabloqueadores”, esclarece o médico Dr. Antonio Carlos Pereira Barretto, cardiologista e professor associado da Universidade de São Paulo (USP).
“Mais recentemente, depois do estudo PARADIGM, surgiram os inibidores da neprilisina e dos receptores da angiotensina. O PARADIGM trouxe essa nova família de medicamentos que se mostraram mais eficazes do que os inibidores da ECA e BRA”, diz o especialista.
“Então, hoje eu continuo utilizando três tipos de medicamentos, mas com fortes evidências que há um tratamento mais eficaz do que os anteriores no mercado. A insuficiência cardíaca é uma doença limitante, e quando falamos da fase final da doença, esse tratamento novo traz uma grande esperança para que a gente mude mais fortemente a história natural da insuficiência cardíaca”, conclui o cardiologista.
Resultados da nova classe de medicamentos
Resultados do estudo PARADIGM-HF, com 8.442 pacientes, mostrou redução comparado ao enalapril nos seguintes critérios14:
• Redução de risco de morte cardiovascular em 20%
• Redução de internação por insuficiência cardíaca em 21%
• Redução de risco de morte por todas as causas em 16%
• Redução do risco de morte súbita em 20%
Novidades no tratamento com base em estudos reais Recentemente, novos estudos com pacientes de insuficiência cardíaca em tratamento com sacubitril e valsartana apresentaram informações de melhora na capacidade de retomar as atividades do cotidiano. Entre eles, o CHAMP-HF investigou mais de mil pessoas nos Estados Unidos para entender como o novo tratamento melhora o estado de saúde do paciente. Através de uma ferramenta de pontuação, denominada KCCQ-12, foi comprovada melhora na qualidade de vida e na frequência dos sintomas21. O KCCQ-12 leva em consideração quatro pilares: limitação física (capacidade de tomar banho, andar um quarteirão, caminhada rápida), frequência do sintoma (respiração curta, fatiga e inchaço em pés tornozelos e pernas), limitação social (hobbies/atividades de entretenimento, trabalhar/realizar tarefas domesticas, visitar familiares/amigos fora de casa) e qualidade de vida (impacto no estilo de vida e satisfação de continuar a viver com a situação atual da insuficiência cardíaca)22. Novos desdobramentos do estudo PARADIGM são divulgados Novas análises com participantes do PARADIGM-HF comprovaram diferenças entre o uso de um inibidor de neprilisina e angiotensina (INRA), e o tratamento padrão anterior - enalapril. A pós-análise publicada na revista internacional de medicina JAMA apresentou que a novidade melhora a atividade física e social dos pacientes17. O estudo mostra que as pessoas com insuficiência cardíaca chegam a ter uma melhora comparável a uma redução de 9 anos de idade17. Com oito meses de uso do INRA, o tratamento já traz benefícios na qualidade de vida, e eles persistem por anos seguintes17. As melhoras mais significantes estão nas habilidades de realizar atividade sexual e tarefas domésticas17. As atividades analisadas no estudo foram: vestir-se, banhar-se, subir um lance de escada, caminhar por quase 100 metros, visitar familiares e parentes, corridas, jardinagem, hobbies, tarefas domesticas e atividade sexual17. Os dados foram examinados após a análise de 7,6 mil relatórios de pacientes que participaram do PARADIGM-HF. Outro estudo com os pacientes do PARADIGM-HF ainda destacou que o novo tratamento ajudou a preservar os rins de quem tem a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e convive com diabetes, em comparação ao tratamento padrão anterior – enalapril18. Em relação a esses pacientes, a nova terapia gerou o dobro de benefício nesse quesito18. Pacientes com insuficiência cardíaca e diabetes tem uma perda de função dos rins duas vezes mais rápidas que os pacientes sem o diabetes18. A expectativa é que mais da metade dos pacientes com a enfermidade cardíaca tenham doença crônica renal moderada a severa, e 40% dos pacientes com a doença deverão ter diabetes19,20.
14. McMurray JJV, Packer M, Desai AS, et al. Angiotensin–Neprilysin Inhibition versus Enalapril in Heart Failure.N Engl J Med 2014;371:993-1004
15. Ponikowski P, Voors AA, Anker SD, et al. 2016 ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure: The Task Force for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure of the European Society of Cardiology (ESC). Developed with the special contribution of the heart failure association (HFA) of the ESC. Eur J heart Fail. 2016 Aug;18(8): 891-75
16. Yancy CW, Jessup M, Bozkurt B, et al. 207 ACC/AHA/HFSA Focused Update of the 2013 ACCF/AHA Guideline for the Management of Heart Failure. Circulation. 2017 Aug 8;136(6):e137-e161
17. Chandra, A, Lewis, EF, Claggett, BL, et al. The Effects of Sacubitril/Valsartan on Physical and Social Activity Limitations in Heart Failure Patients: The PARADIGM-HF Trial. JAMA Cardiol. 2018.
18. Packer Milton, Claggett Brian L, Lefkowitz Martin P., et al. Effect of neprilysin inhibition on renal function in patients with type 2 diabetes and chronic heart failure. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2018.
19. Mentz RJ, Kelly JP, von Lueder TG, et al. Noncardiac comorbidities in heart failure with reduced versus preserved ejection fraction. J Am Coll Cardiol. 2014; 64(21):2281-2293.
20. Arise GS Galil, Hélady S Pinheiro, et al. Chronic kidney disease increases cardiovascular unfavorable outcomes in outpatients with heart failure. BMC Nephrol. 2009; 10(31)
21. Khariton, Y, Fonarow, GC, et al. Association Between Sacubitril/Valsartan Initiation and Health Status Outcomes in Heart Failure with Reduced Ejection Fraction: Findings from the CHAMP-HF Registry. Data presented at the European Society of Cardiology Heart Failure (ESC-HF); 2018 May 26-29; Vienna, Austria.
22. Spertus, JA, Jones, PG. Development and Validation of a Short Version of the Kansas City Cardiomyopathy Questionnaire. Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes. 2015;8:469-476. DOI: 10.1161/CIRCOUTCOMES.115.001958.
Rafael Lopes
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M +55 11 9 8822-0131
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Uma nova classe de medicamentos vem sendo usada no mundo todo para o tratamento da insuficiência cardíaca com redução de mortes e internações. Trata-se de um tratamento oral diário, a combinação dos princípios ativos sacubitril e valsartana que resultou na redução de 20% nas mortes cardiovasculares de pacientes com insuficiência cardíaca14 e diminuição de 21% nas internações14. O estudo ainda mostrou que o medicamento gerou uma melhora na qualidade de vida dos pacientes14.
Inibidor de neprilisina e bloqueador do receptor de angiotensina (INRA), a novidade já é endossada por diretrizes internacionais europeia e americana15,16, e tem recomendação para os pacientes que se mantêm sintomáticos apesar das terapias atuais para diminuir o risco de hospitalização por insuficiência cardíaca e morte cardiovascular15,16.
O estudo PARADIGM-HF, a maior pesquisa clínica já desenvolvida para insuficiência cardíaca, realizada com mais de 8 mil pacientes14, comprovou que o novo tratamento foi mais eficaz que terapias já existentes no mercado, como o enalapril, possibilitando que os pacientes acima de 65 anos vivam quase 1,5 anos a mais14.
“A insuficiência cardíaca tem o tratamento baseado em evidências. Hoje temos três famílias de medicamentos para o tratamento: são os bloqueadores do sistema renina e angiotensina como os inibidores da ECA e os BRA; inibidores da aldosterona, e os betabloqueadores”, esclarece o médico Dr. Antonio Carlos Pereira Barretto, cardiologista e professor associado da Universidade de São Paulo (USP).
“Mais recentemente, depois do estudo PARADIGM, surgiram os inibidores da neprilisina e dos receptores da angiotensina. O PARADIGM trouxe essa nova família de medicamentos que se mostraram mais eficazes do que os inibidores da ECA e BRA”, diz o especialista.
“Então, hoje eu continuo utilizando três tipos de medicamentos, mas com fortes evidências que há um tratamento mais eficaz do que os anteriores no mercado. A insuficiência cardíaca é uma doença limitante, e quando falamos da fase final da doença, esse tratamento novo traz uma grande esperança para que a gente mude mais fortemente a história natural da insuficiência cardíaca”, conclui o cardiologista.
Resultados da nova classe de medicamentos
Resultados do estudo PARADIGM-HF, com 8.442 pacientes, mostrou redução comparado ao enalapril nos seguintes critérios14:
• Redução de risco de morte cardiovascular em 20%
• Redução de internação por insuficiência cardíaca em 21%
• Redução de risco de morte por todas as causas em 16%
• Redução do risco de morte súbita em 20%
Novidades no tratamento com base em estudos reais Recentemente, novos estudos com pacientes de insuficiência cardíaca em tratamento com sacubitril e valsartana apresentaram informações de melhora na capacidade de retomar as atividades do cotidiano. Entre eles, o CHAMP-HF investigou mais de mil pessoas nos Estados Unidos para entender como o novo tratamento melhora o estado de saúde do paciente. Através de uma ferramenta de pontuação, denominada KCCQ-12, foi comprovada melhora na qualidade de vida e na frequência dos sintomas21. O KCCQ-12 leva em consideração quatro pilares: limitação física (capacidade de tomar banho, andar um quarteirão, caminhada rápida), frequência do sintoma (respiração curta, fatiga e inchaço em pés tornozelos e pernas), limitação social (hobbies/atividades de entretenimento, trabalhar/realizar tarefas domesticas, visitar familiares/amigos fora de casa) e qualidade de vida (impacto no estilo de vida e satisfação de continuar a viver com a situação atual da insuficiência cardíaca)22. Novos desdobramentos do estudo PARADIGM são divulgados Novas análises com participantes do PARADIGM-HF comprovaram diferenças entre o uso de um inibidor de neprilisina e angiotensina (INRA), e o tratamento padrão anterior - enalapril. A pós-análise publicada na revista internacional de medicina JAMA apresentou que a novidade melhora a atividade física e social dos pacientes17. O estudo mostra que as pessoas com insuficiência cardíaca chegam a ter uma melhora comparável a uma redução de 9 anos de idade17. Com oito meses de uso do INRA, o tratamento já traz benefícios na qualidade de vida, e eles persistem por anos seguintes17. As melhoras mais significantes estão nas habilidades de realizar atividade sexual e tarefas domésticas17. As atividades analisadas no estudo foram: vestir-se, banhar-se, subir um lance de escada, caminhar por quase 100 metros, visitar familiares e parentes, corridas, jardinagem, hobbies, tarefas domesticas e atividade sexual17. Os dados foram examinados após a análise de 7,6 mil relatórios de pacientes que participaram do PARADIGM-HF. Outro estudo com os pacientes do PARADIGM-HF ainda destacou que o novo tratamento ajudou a preservar os rins de quem tem a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e convive com diabetes, em comparação ao tratamento padrão anterior – enalapril18. Em relação a esses pacientes, a nova terapia gerou o dobro de benefício nesse quesito18. Pacientes com insuficiência cardíaca e diabetes tem uma perda de função dos rins duas vezes mais rápidas que os pacientes sem o diabetes18. A expectativa é que mais da metade dos pacientes com a enfermidade cardíaca tenham doença crônica renal moderada a severa, e 40% dos pacientes com a doença deverão ter diabetes19,20.
14. McMurray JJV, Packer M, Desai AS, et al. Angiotensin–Neprilysin Inhibition versus Enalapril in Heart Failure.N Engl J Med 2014;371:993-1004
15. Ponikowski P, Voors AA, Anker SD, et al. 2016 ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure: The Task Force for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure of the European Society of Cardiology (ESC). Developed with the special contribution of the heart failure association (HFA) of the ESC. Eur J heart Fail. 2016 Aug;18(8): 891-75
16. Yancy CW, Jessup M, Bozkurt B, et al. 207 ACC/AHA/HFSA Focused Update of the 2013 ACCF/AHA Guideline for the Management of Heart Failure. Circulation. 2017 Aug 8;136(6):e137-e161
17. Chandra, A, Lewis, EF, Claggett, BL, et al. The Effects of Sacubitril/Valsartan on Physical and Social Activity Limitations in Heart Failure Patients: The PARADIGM-HF Trial. JAMA Cardiol. 2018.
18. Packer Milton, Claggett Brian L, Lefkowitz Martin P., et al. Effect of neprilysin inhibition on renal function in patients with type 2 diabetes and chronic heart failure. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2018.
19. Mentz RJ, Kelly JP, von Lueder TG, et al. Noncardiac comorbidities in heart failure with reduced versus preserved ejection fraction. J Am Coll Cardiol. 2014; 64(21):2281-2293.
20. Arise GS Galil, Hélady S Pinheiro, et al. Chronic kidney disease increases cardiovascular unfavorable outcomes in outpatients with heart failure. BMC Nephrol. 2009; 10(31)
21. Khariton, Y, Fonarow, GC, et al. Association Between Sacubitril/Valsartan Initiation and Health Status Outcomes in Heart Failure with Reduced Ejection Fraction: Findings from the CHAMP-HF Registry. Data presented at the European Society of Cardiology Heart Failure (ESC-HF); 2018 May 26-29; Vienna, Austria.
22. Spertus, JA, Jones, PG. Development and Validation of a Short Version of the Kansas City Cardiomyopathy Questionnaire. Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes. 2015;8:469-476. DOI: 10.1161/CIRCOUTCOMES.115.001958.
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Nova opção de tratamento para insuficiência cardíaca
Uma nova classe de medicamentos vem sendo usada no mundo todo para o tratamento da insuficiência cardíaca com redução de mortes e internações. Trata-se de um tratamento oral diário, a combinação dos princípios ativos sacubitril e valsartana que resultou na redução de 20% nas mortes cardiovasculares de pacientes com insuficiência cardíaca14 e diminuição de 21% nas internações14. O estudo ainda mostrou que o medicamento gerou uma melhora na qualidade de vida dos pacientes14.
Inibidor de neprilisina e bloqueador do receptor de angiotensina (INRA), a novidade já é endossada por diretrizes internacionais europeia e americana15,16, e tem recomendação para os pacientes que se mantêm sintomáticos apesar das terapias atuais para diminuir o risco de hospitalização por insuficiência cardíaca e morte cardiovascular15,16.
O estudo PARADIGM-HF, a maior pesquisa clínica já desenvolvida para insuficiência cardíaca, realizada com mais de 8 mil pacientes14, comprovou que o novo tratamento foi mais eficaz que terapias já existentes no mercado, como o enalapril, possibilitando que os pacientes acima de 65 anos vivam quase 1,5 anos a mais14.
“A insuficiência cardíaca tem o tratamento baseado em evidências. Hoje temos três famílias de medicamentos para o tratamento: são os bloqueadores do sistema renina e angiotensina como os inibidores da ECA e os BRA; inibidores da aldosterona, e os betabloqueadores”, esclarece o médico Dr. Antonio Carlos Pereira Barretto, cardiologista e professor associado da Universidade de São Paulo (USP).
“Mais recentemente, depois do estudo PARADIGM, surgiram os inibidores da neprilisina e dos receptores da angiotensina. O PARADIGM trouxe essa nova família de medicamentos que se mostraram mais eficazes do que os inibidores da ECA e BRA”, diz o especialista.
“Então, hoje eu continuo utilizando três tipos de medicamentos, mas com fortes evidências que há um tratamento mais eficaz do que os anteriores no mercado. A insuficiência cardíaca é uma doença limitante, e quando falamos da fase final da doença, esse tratamento novo traz uma grande esperança para que a gente mude mais fortemente a história natural da insuficiência cardíaca”, conclui o cardiologista.
Resultados da nova classe de medicamentos
Resultados do estudo PARADIGM-HF, com 8.442 pacientes, mostrou redução comparado ao enalapril nos seguintes critérios14:
• Redução de risco de morte cardiovascular em 20%
• Redução de internação por insuficiência cardíaca em 21%
• Redução de risco de morte por todas as causas em 16%
• Redução do risco de morte súbita em 20%
Novidades no tratamento com base em estudos reais Recentemente, novos estudos com pacientes de insuficiência cardíaca em tratamento com sacubitril e valsartana apresentaram informações de melhora na capacidade de retomar as atividades do cotidiano. Entre eles, o CHAMP-HF investigou mais de mil pessoas nos Estados Unidos para entender como o novo tratamento melhora o estado de saúde do paciente. Através de uma ferramenta de pontuação, denominada KCCQ-12, foi comprovada melhora na qualidade de vida e na frequência dos sintomas21. O KCCQ-12 leva em consideração quatro pilares: limitação física (capacidade de tomar banho, andar um quarteirão, caminhada rápida), frequência do sintoma (respiração curta, fatiga e inchaço em pés tornozelos e pernas), limitação social (hobbies/atividades de entretenimento, trabalhar/realizar tarefas domesticas, visitar familiares/amigos fora de casa) e qualidade de vida (impacto no estilo de vida e satisfação de continuar a viver com a situação atual da insuficiência cardíaca)22. Novos desdobramentos do estudo PARADIGM são divulgados Novas análises com participantes do PARADIGM-HF comprovaram diferenças entre o uso de um inibidor de neprilisina e angiotensina (INRA), e o tratamento padrão anterior - enalapril. A pós-análise publicada na revista internacional de medicina JAMA apresentou que a novidade melhora a atividade física e social dos pacientes17. O estudo mostra que as pessoas com insuficiência cardíaca chegam a ter uma melhora comparável a uma redução de 9 anos de idade17. Com oito meses de uso do INRA, o tratamento já traz benefícios na qualidade de vida, e eles persistem por anos seguintes17. As melhoras mais significantes estão nas habilidades de realizar atividade sexual e tarefas domésticas17. As atividades analisadas no estudo foram: vestir-se, banhar-se, subir um lance de escada, caminhar por quase 100 metros, visitar familiares e parentes, corridas, jardinagem, hobbies, tarefas domesticas e atividade sexual17. Os dados foram examinados após a análise de 7,6 mil relatórios de pacientes que participaram do PARADIGM-HF. Outro estudo com os pacientes do PARADIGM-HF ainda destacou que o novo tratamento ajudou a preservar os rins de quem tem a insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida e convive com diabetes, em comparação ao tratamento padrão anterior – enalapril18. Em relação a esses pacientes, a nova terapia gerou o dobro de benefício nesse quesito18. Pacientes com insuficiência cardíaca e diabetes tem uma perda de função dos rins duas vezes mais rápidas que os pacientes sem o diabetes18. A expectativa é que mais da metade dos pacientes com a enfermidade cardíaca tenham doença crônica renal moderada a severa, e 40% dos pacientes com a doença deverão ter diabetes19,20.
14. McMurray JJV, Packer M, Desai AS, et al. Angiotensin–Neprilysin Inhibition versus Enalapril in Heart Failure.N Engl J Med 2014;371:993-1004
15. Ponikowski P, Voors AA, Anker SD, et al. 2016 ESC Guidelines for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure: The Task Force for the diagnosis and treatment of acute and chronic heart failure of the European Society of Cardiology (ESC). Developed with the special contribution of the heart failure association (HFA) of the ESC. Eur J heart Fail. 2016 Aug;18(8): 891-75
16. Yancy CW, Jessup M, Bozkurt B, et al. 207 ACC/AHA/HFSA Focused Update of the 2013 ACCF/AHA Guideline for the Management of Heart Failure. Circulation. 2017 Aug 8;136(6):e137-e161
17. Chandra, A, Lewis, EF, Claggett, BL, et al. The Effects of Sacubitril/Valsartan on Physical and Social Activity Limitations in Heart Failure Patients: The PARADIGM-HF Trial. JAMA Cardiol. 2018.
18. Packer Milton, Claggett Brian L, Lefkowitz Martin P., et al. Effect of neprilysin inhibition on renal function in patients with type 2 diabetes and chronic heart failure. The Lancet Diabetes & Endocrinology. 2018.
19. Mentz RJ, Kelly JP, von Lueder TG, et al. Noncardiac comorbidities in heart failure with reduced versus preserved ejection fraction. J Am Coll Cardiol. 2014; 64(21):2281-2293.
20. Arise GS Galil, Hélady S Pinheiro, et al. Chronic kidney disease increases cardiovascular unfavorable outcomes in outpatients with heart failure. BMC Nephrol. 2009; 10(31)
21. Khariton, Y, Fonarow, GC, et al. Association Between Sacubitril/Valsartan Initiation and Health Status Outcomes in Heart Failure with Reduced Ejection Fraction: Findings from the CHAMP-HF Registry. Data presented at the European Society of Cardiology Heart Failure (ESC-HF); 2018 May 26-29; Vienna, Austria.
22. Spertus, JA, Jones, PG. Development and Validation of a Short Version of the Kansas City Cardiomyopathy Questionnaire. Circulation: Cardiovascular Quality and Outcomes. 2015;8:469-476. DOI: 10.1161/CIRCOUTCOMES.115.001958.
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