Doenças Cardíacas
Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas diagnosticadas com doenças do coração2
Gastos financeiros no sistema público de saúde e perda de produtividade dos trabalhadores chega a R$ 56,24 bilhões, segundo estudo da Deloitte2
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)1. Só no ano passado, 17 milhões de pessoas foram vítimas de problemas cardíacos em escala global1.
No Brasil, as doenças cardíacas respondem por 29,4% das mortes no país, segundo dados do Ministério da Saúde1. Estudo da consultoria Deloitte, concluído em 2016, mostra que mais de 45 milhões de pessoas tiveram pelo menos um problema cardíaco no país em 20152.
De acordo com o levantamento, o problema atingiu 32% população adulta e gerou um prejuízo da ordem de R$ 56,24 bilhões de reais, considerando gastos do sistema público de saúde e perda de produtividade dos trabalhadores2. Se considerarmos só os gastos do sistema público de saúde com problemas de coração, as perdas somam R$ 35 bilhões2. Já as perdas com produtividade chegam à casa de R$ 20,9 bilhões2.
Apesar dos gastos elevados, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para o monitoramento de pacientes cardíacos. Uma pesquisa concluída este ano pela The Economist, com 28 nações confirmou que temos problemas com sistemas de registro e implementação de diretrizes clínicas nacionais de prevenção em comparação a outros países3.
Numa escala de 0 a 100, o estudo da The Economist revelou que o Brasil teve o pior índice possível em monitoramento e auditoria de pacientes cardíacos: o país alcançou pontuação zero no quesito3. A média dos países investigados ficou em 58 pontos. Isso mostra que os sistemas nacionais ou regionais de monitoramento no Brasil apresentaram o menor patamar de dados brutos disponíveis entre os países pontuados3.
O estudo levantou dados na Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Egito, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Nigéria, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Arábia saudita, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos3
Os pacientes ainda precisam enfrentar a falta de cuidados multidisciplinares3. O Brasil também está com o score zero na avaliação de implementação de cuidados multidisciplinares para doenças cardíacas, na avaliação da The Economist3. A média do conjunto de países investigados é de 66 pontos. Neste quesito, por exemplo, o México chegou à pontuação máxima de 100 pontos3.
1. Governo do Brasil. Doenças cardiovasculares são principal causa de morte no mundo. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2017/09/doencas-cardiovasculares-sao-principal-causa-de-morte-no-mundo. Acesso em: novembro de 2017.
2. Stevens B, Pezzullo L, Verdian L et al. The Economic Burden of Heart Diseases in Brazil. World Congress of Cardiology & Cardiovascular Health 2016 Poster code: PS023.
3. The Economist Intelligence Unit (EIU). HEART HEALTH. Disponível em: http://hearthealth.economist.com/country/brazil. Acesso em: novembro de 2017
Rafael Lopes
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Gastos financeiros no sistema público de saúde
e perda de produtividade dos trabalhadores chega
a R$ 56,24 bilhões, segundo estudo da Deloitte2
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)1. Só no ano passado, 17 milhões de pessoas foram vítimas de problemas cardíacos em escala global1.
No Brasil, as doenças cardíacas respondem por 29,4% das mortes no país, segundo dados do Ministério da Saúde1. Estudo da consultoria Deloitte, concluído em 2016, mostra que mais de 45 milhões de pessoas tiveram pelo menos um problema cardíaco no país em 20152.
De acordo com o levantamento, o problema atingiu 32% população adulta e gerou um prejuízo da ordem de R$ 56,24 bilhões de reais, considerando gastos do sistema público de saúde e perda de produtividade dos trabalhadores2. Se considerarmos só os gastos do sistema público de saúde com problemas de coração, as perdas somam R$ 35 bilhões2. Já as perdas com produtividade chegam à casa de R$ 20,9 bilhões2.
Apesar dos gastos elevados, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para o monitoramento de pacientes cardíacos. Uma pesquisa concluída este ano pela The Economist, com 28 nações confirmou que temos problemas com sistemas de registro e implementação de diretrizes clínicas nacionais de prevenção em comparação a outros países3.
Numa escala de 0 a 100, o estudo da The Economist revelou que o Brasil teve o pior índice possível em monitoramento e auditoria de pacientes cardíacos: o país alcançou pontuação zero no quesito3. A média dos países investigados ficou em 58 pontos. Isso mostra que os sistemas nacionais ou regionais de monitoramento no Brasil apresentaram o menor patamar de dados brutos disponíveis entre os países pontuados3.
O estudo levantou dados na Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Egito, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Nigéria, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Arábia saudita, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos3
Os pacientes ainda precisam enfrentar a falta de cuidados multidisciplinares3. O Brasil também está com o score zero na avaliação de implementação de cuidados multidisciplinares para doenças cardíacas, na avaliação da The Economist3. A média do conjunto de países investigados é de 66 pontos. Neste quesito, por exemplo, o México chegou à pontuação máxima de 100 pontos3.
1. Governo do Brasil. Doenças cardiovasculares são principal causa de morte no mundo. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2017/09/doencas-cardiovasculares-sao-principal-causa-de-morte-no-mundo. Acesso em: novembro de 2017.
2. Stevens B, Pezzullo L, Verdian L et al. The Economic Burden of Heart Diseases in Brazil. World Congress of Cardiology & Cardiovascular Health 2016 Poster code: PS023.
3. The Economist Intelligence Unit (EIU). HEART HEALTH. Disponível em: http://hearthealth.economist.com/country/brazil. Acesso em: novembro de 2017
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Brasil tem mais de 45 milhões de pessoas diagnosticadas com doenças do coração2
Gastos financeiros no sistema público de saúde e perda de produtividade dos trabalhadores chega a R$ 56,24 bilhões, segundo estudo da Deloitte22
As doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas)1. Só no ano passado, 17 milhões de pessoas foram vítimas de problemas cardíacos em escala global1.
No Brasil, as doenças cardíacas respondem por 29,4% das mortes no país, segundo dados do Ministério da Saúde1. Estudo da consultoria Deloitte, concluído em 2016, mostra que mais de 45 milhões de pessoas tiveram pelo menos um problema cardíaco no país em 20152.
De acordo com o levantamento, o problema atingiu 32% população adulta e gerou um prejuízo da ordem de R$ 56,24 bilhões de reais, considerando gastos do sistema público de saúde e perda de produtividade dos trabalhadores2. Se considerarmos só os gastos do sistema público de saúde com problemas de coração, as perdas somam R$ 35 bilhões2. Já as perdas com produtividade chegam à casa de R$ 20,9 bilhões2.
Apesar dos gastos elevados, o Brasil ainda enfrenta dificuldades para o monitoramento de pacientes cardíacos. Uma pesquisa concluída este ano pela The Economist, com 28 nações confirmou que temos problemas com sistemas de registro e implementação de diretrizes clínicas nacionais de prevenção em comparação a outros países3.
Numa escala de 0 a 100, o estudo da The Economist revelou que o Brasil teve o pior índice possível em monitoramento e auditoria de pacientes cardíacos: o país alcançou pontuação zero no quesito3. A média dos países investigados ficou em 58 pontos. Isso mostra que os sistemas nacionais ou regionais de monitoramento no Brasil apresentaram o menor patamar de dados brutos disponíveis entre os países pontuados3.
O estudo levantou dados na Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Egito, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Índia, Irlanda, Itália, Japão, Coreia do Sul, México, Nigéria, Polônia, Portugal, Romênia, Rússia, Arábia saudita, Espanha, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos3
Os pacientes ainda precisam enfrentar a falta de cuidados multidisciplinares3. O Brasil também está com o score zero na avaliação de implementação de cuidados multidisciplinares para doenças cardíacas, na avaliação da The Economist3. A média do conjunto de países investigados é de 66 pontos. Neste quesito, por exemplo, o México chegou à pontuação máxima de 100 pontos3.
1. Governo do Brasil. Doenças cardiovasculares são principal causa de morte no mundo. Disponível em: http://www.brasil.gov.br/saude/2017/09/doencas-cardiovasculares-sao-principal-causa-de-morte-no-mundo. Acesso em: novembro de 2017.
2. Stevens B, Pezzullo L, Verdian L et al. The Economic Burden of Heart Diseases in Brazil. World Congress of Cardiology & Cardiovascular Health 2016 Poster code: PS023.
3. The Economist Intelligence Unit (EIU). HEART HEALTH. Disponível em: http://hearthealth.economist.com/country/brazil. Acesso em: novembro de 2017
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